quinta-feira, 28 de abril de 2011

As quatro estações


Olha só...eu amo essa música, a melodia, a letra, a cantora...hahahaha. Sério, acho de uma delicadeza linda.

A letra está aqui.

Curta, sem preconceitos. ;)

sábado, 9 de abril de 2011

"...O futuro não é mais como era antigamente."*

Recebi a visita de meu passado hoje. 
Foi desconcertante e ao mesmo tempo interessante. Aliás, meu passado vem me rondando há dias...mas somente hoje, veio, materializado. 

E lás se vãos longos e intensos 18 anos...mal posso acreditar no que o tempo fez conosco. Com todos nós...comigo, com ele e com ela. Sem entrar no mérito da questão, lembro com saudade do tempo em que eu achava que ainda tinha bastante tempo. Nada era assim, tão urgente. Nenhuma decisão era por demais importante, um sim, era apenas um sim; um não, da mesma forma.

Hoje, após algumas vivências, já entendo melhor algumas coisas: não se pode viver como se não houvesse amanhã...porque há amanhã! Há o dia seguinte!
Quando você diz SIM, há uma série de implicações...do mesmo modo, quando diz NÃO. Afinal, tudo na vida traz consequências.

Hoje me sinto mais forte porém, estou menos sorridente também. #fato
Naquele tempo, tinha um único plano: chegar lá! Curiosamente, vi um dia desses uma propaganda na televisão, onde a personagem se perguntava: "Será que eu já cheguei lá? E se cheguei, será que lá continua lá?" Achei tão significativo isso e me vi nesse questionamento. 

Queria fazer uma faculdade, ser independente financeira e emocionalmente. Bem...financeiramente, confesso que é mais fácil. Percebo que as metas vão mudando ao longo do tempo. Que as prioridades passam pela dança das cadeiras. 
Concluí minha demorada faculdade e entendi que precisava de mais... consegui esse mais quando encontrei O amor. Só que de um tempo pra cá, ando precisando de mais mais...

Então, o verdadeiro sentido da vida seria uma busca interminável?  Mas a busca é pelo que mesmo? A resposta é o agora, eu acho. O que eu quero hoje? O que alimenta meus sonhos nesse momento? 
E o grande barato é não se "preparar" para o momento seguinte. É tentar não se antecipar ao seu futuro desejo. É melhor conquistá-lo, cativá-lo, trazê-lo para perto de si...depois...bem, depois a gente vê como fica. 
Afinal, de verdade, nada é tão urgente assim.


É isso ;)

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Tudo outra vez...

 
 Há tempo, muito tempo
Que eu estou
Longe de casa
E nessas ilhas
Cheias de distância
O meu blusão de couro
Se estragou
Oh! Oh! Oh!...
Ouvi dizer num papo
Da rapaziada
Que aquele amigo
Que embarcou comigo
Cheio de esperança e fé
Já se mandou
Oh! Oh! Oh!...
 
Sentado à beira do caminho
Prá pedir carona
Tenho falado
À mulher companheira
Quem sabe lá no trópico
A vida esteja a mil...
 
E um cara
Que transava à noite
No "Danúbio azul"
Me disse que faz sol
Na América do Sul
E nossas irmãs nos esperam
No coração do Brasil...
 
Minha rede branca
Meu cachorro ligeiro
Sertão, olha o Concorde
Que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo "saudade"
Como o charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar...
 
Gente de minha rua
Como eu andei distante
Quando eu desapareci
Ela arranjou um amante
Minha normalista linda
Ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar...
 
Até parece que foi ontem
Minha mocidade
Com diploma de sofrer
De outra Universidade
Minha fala nordestina
Quero esquecer o francês...
 
E vou viver as coisas novas
Que também são boas
O amor, humor das praças
Cheias de pessoas
Agora eu quero tudo
Tudo outra vez...
 
Minha rede branca
Meu cachorro ligeiro
Sertão, olha o Concorde
Que vem vindo do estrangeiro
O fim do termo "saudade"
Como o charme brasileiro
De alguém sozinho a cismar...
 
Gente de minha rua
Como eu andei distante
Quando eu desapareci
Ela arranjou um amante
Minha normalista linda
Ainda sou estudante
Da vida que eu quero dar...
Lindo né? ;))