segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Nada a declarar!

Nada a dizer hoje sobre ontem...cream cracker com goiabada é coisa normal...só tenho 68.
E daí?
Um beijo pra geral e saúde pra você!

Fui... ;)

sábado, 29 de janeiro de 2011

A Caneta Dourada

Google Imagens

Ganhei uma caneta dourada. Bonita, pesada...um dourado fosco com detalhes, também dourados, bem reluzentes. Escreve bem. É macia. Foi a mãe de uma amiga quem mandou pra mim.
Não importa que seja uma caneta de "brinde". Sim, brinde mesmo, aqueles negócios que vem com a propaganda das empresas, bem ostensivamente. Não me importa. Eu adoro canetas. Gosto de escrever. Mesmo depois do computador. Tudo bem, só escrevo com caneta raramente mas, ainda assim, adoro as canetas.

Elas falam muito sobre uma pessoa. Sim, aquelas canetas que vendem nos coletivos, eu tenho várias. Canetas de brinde, tenho algumas...canetas compradas nas papelarias e armarinhos, tenho uma ou duas...pra que né? Depois dos ambulantes, que trazem super inovações nos ônibus, alguém ainda compra caneta em lojas?

Mas também, há as canetas-jóias. Isso mesmo. Canetas que custam bastante dinheiro...o preço de uma jóia. Embora eu adore canetas (como já disse algumas vezes nesse texto), prefiro ter um anel de ouro do que uma caneta.

É isso. ;)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Reflexão II

Entediada, com sono, solitária e pobre (de grana). Quero ser pobre de espírito, conforme Nosso Senhor recomenda.
Vontade, ora de gritar ora de ficar quieta, muito quieta, reclusa mesmo.

Sinto fome e medo; a primeira é psicológica, alguns dirão; já o segundo, é covardia mesmo. Gosto e preciso de conforto. Não sei porque entrei nessa "aventura". Não gosto de aventura, não gosto de voar nem de nadar. Sou uma criatura terrestre...preciso, enlouquecidamente de sentir meus pés no chão, em terra firme. Gosto de botões e teclas, porque me dão O controle, ou pelo menos, a sensação de.

16 anos se passaram e ainda me pergunto: por quê? Ou ainda: por que não eu? Ou ainda: por que comigo? Ah! Vontade de soltar um palavrão daqueles bem feios, coisa de gente sem um pingo de educação. Quero um cigarro agora!

Não sei o que fazer...lembro da Chapada dos Guimarães. Um tempo lindo, em que eu acreditava que amor e renúncia eram a mesma coisa.

23º...muito frio; 24º...muito quente. Fica um cheiro de calor no ar...
Ai, como seria se tivesse sido? Nunca vou saber. Provavelmente, vou passar o resto do dia esperando um milagre, um passante, uma ideia, um e-mail, um cliente.

Reflexão I

Não quero ficar triste
Nem chorar
Nem lamentar
Tampouco desistir

Quero resistir, escrever e reescrever a história quantas vezes forem necessárias.
Pra longe de mim o medo, a covardia, o desânimo e a desesperança.
Compreendo que a vida é, no fundo, uma equação simples: colhe = o que planta. 
Só isso!
Não há como ter uma vida planejada, regrada, obstinada e ainda assim, não conseguir sucesso. Abstraindo-se as fatalidades, o imprevisível vai se distanciando.
Tô tentando disfarçar. Fazer de conta que só estou fingindo que estou chorando e sofrendo.
De verdade, desejo outra coisa pra minha vida...olhos marejados. Engulo. Respiro fundo. Continuo escrevendo, assim, meio elaborado.
Precisamos de pelo menos um ano pra considerar a viabilidade do negócio. A questão é: quanto tempo podemos resistir sem vender? Ou, vendendo tão pouco?
Compras erradas no início, parece que refletirão...até quando?
Me recuso a acreditar que fomos enganadas desse jeito. Mas, agora não há mais o que ser feito. É tentar de todo jeito, vender as coisas...é isso.
Falta uma hora e vinte minutos para o dia acabar e até agora nada aconteceu. Sei que isso pode mudar nos próximos minutos. Mas, como não me consumir? Como pensar em tantos sacrifícios e não ficar triste, muito triste? Já não tenho respostas tão prontas agora.
Um nó se formou em minha garganta e eu mal respiro. Para além das contas não pagas, da falência pessoal e da necessidade de investir para gerar dinheiro, está o emocional fudido, destruído. Sob absoluto estado de letargia e incapacidade pergunto: o que fazer agora?

O começo

Tá. Resolvi fazer como todas as pessoas normais da última década: vou criar um blog! "É simples!", diz o Blogger amistoso...não que eu seja exatamente leiga no assunto mas, ter um blog todinho só meu causa um certo frisson.

Decidi que vou escrever tudo o que eu quiser! Tudo mesmo. Não tenho pretensões de ter seguidores ou tornar meu blog um top de acessos. Se eu mesma conseguir acessá-lo com frequencia já ficarei bastante satisfeita.

A princípio, vou escrever pra mim mesma...preciso de um canto pra descansar, pra deitar minhas amarguras e disfarçar minha solidão.

Se alguém, além de mim, me lê agora, seja bem vindo! Pode entrar e ficar à vontade.  Só não tolero muito críticas e nem receitas de bolo (embora a culinária seja interessante pra mim...hahahaha...um trocadilho, entendeu???)

Obrigada pela atenção. ;)